domingo, 11 de janeiro de 2009

2009

Feliz 2009!

Diriam os que apreciam os números:
2009= 2+0+0+9= 11=1+1=2
Então esse seria (será) o nosso grande número nesse ano que acabou de chegar!
2
Tudo sempre tem 2 lados:
O bom e o ruim;
O doce e o salgado (e outros gostos);
O preto e o branco ( e as outras cores);
O alto e o baixo (alguns pediriam pra encaixar aí o médio);
Mais e menos;
Assim e assado;
Inteligente e burro;
Grande e pequeno...

Se a gente parar pra pensar vai ver o quanto tudo tem 2 lados! Lembro-me agora de uma frase que li no livro de Pedro Juan Gutiérrez, Trilogia Suja de Havana, "entre cem caminhos escolhemos um e vivemos com a nostalgia dos 99 não escolhidos".

Esqueçam a numerologia ou quaisquer profecias deterministas e frias! Esqueçam a matemática, a física, a nova gramática da língua portuguesa. O que importa são os desejos, a intensidade do querer! Se existem dois lados na vida de cada um de nós, o certo é escolher um que pareça mais correto (nem que seja por um simples ponto de vista) e seguir! Apontar pra fé e remar, como diz a música!

Que esse ano que começa traga 2009 motivos pra ser feliz!

quarta-feira, 10 de dezembro de 2008

Pituxa

Segunda foi um dia nervoso!
A gente (os leigos) nunca sabe o que fazer quando alguém passa mal perto da gente, se estamos sozinhos a coisa complica. Segunda, essa coisinha fofa de quatro patas e um olhar de criança querendo colo, cujo nome é Pituxa, teve um ataque de epilepsia. Uma mistura de vou te ajudar com o medo de você morrer, foi isso que senti na hora. Nem que eu conviva com isso a vida toda iria me acostumar. Aquele ser que late, morde, às vezes de mentira e às vezes de verdade, que abana o rabo de alegria, que lambe sua cara se você não estiver atento! Não dá pra não ficar preocupada. Ah, mas é só um cachorro! Eis aí a notória validade da preocupação: Cachorro é tudo de bom!
Tomara que ela não me dê mais sustos assim!

Ansiedade e etc.

Esses dias têm sido de muita ansiedade, dor de barriga, medos repentinos e sem noção... Ansiedade é um negócio doido, começa e a gente nem se dá conta, quando vê os sintomas já estão presentes. Embora a gente possa controlar, meditar, ler, ouvir, música, fazer qualquer coisa pra distrair, ainda é difícil explicar o começo e fim dessas sensações. Mente sã, corpo são!
Só falta a última etapa da seleção (mestrado uesc), a entrevista. Bendita entrevista, o que tu realmente queres de mim? Nunca fiz uma entrevista desse tipo, bater papo com a nata da sociedade acadêmica. Já passei pelas 3 etapas e agora vem a pior! rs!
Ah, essa mobilidade social tão almejada, tão difícil. Dizem os estudiosos da mobilidade social, aqueles PhD mesmo ( os baixa renda, como yo), que para crescer na vida é só estudar! Depois que você sair com seu canudo mão, o caminho ainda é árduo, a peneira do mercado de trabalho é fina, você tem que rebolar pra passar. Já estou me acostumando com essa loucura, afinal eu escolhi o caminho (lembrei da frase que Géo me disse: estudante descansa carregando pedra).
Enfim, estou ansiosa, tenho medo e isso faz parte. Não sou só um dado na economia, uma representante per capita de alguma coisa, sou humana e isso é tão complexo como entender as façanhas do capitalismo ( ele está querendo se tornar sustentável, e pode conseguir. Não vou - mais uma vez-entrar no mérito maniqueísta de mocinhos - nós (eu, você, a galera do fundão) e bandidos- (o capitalismo)).
Só não vale deixar que o medo aliene, tome conta de tudo, deixe o nada, roube as ilusões. O mais doce da vida são os sonhos (sonhar acordado pra ver o sol nascer!). Por mais que a sociedade queira um título, como se você sempre tiver que se apresentar como a identificação de um artigo... Mesmo que a crise espalhe o medo, não temos que temer! Sempre haverá grana extra pra salvar um banco, uma megaempresa, só não vai sobrar pra salvar os mortais "força de trabalho". E daí?
(Eu tenho uma mania de escrever tudo meio implícito- eu escrevo pra dentro demais)
O que importa é que a ansiedade que me trouxe até aqui tem relação com essa paulera da sociedade capitalista moderna - o algo mais. É isso que eu tô buscando... Mais além de tudo isso, é o que eu quero pra mim, são meus planos, meus sonhos, minha vida. Por mais que o sistema faça parte disso, minha vontade é maior, é o principal. É isso que importa!

segunda-feira, 24 de novembro de 2008

Eleições!

Desde as eleições fiquei de colocar um post aqui, mas acabei deixando pra amanhã... Já passou um tempinho e agora resolvi colocar. Let's go!
Bom, acontece tanta situação engraçada no dia das eleições e durante as campanhas que se a gente for parar pra pensar e analisar todo o contexto que nos colocou ali em frente daquela maquininha moderna, cuja tecnologia é nacional, ficamos tão perdidos quanto criança em loja de brinquedo!
Observando as eleições dos EUA vemos o quanto as pessoas se tornam mais politizadas, mais patriotas. Aqui no Brasil, com as últimas eleições para prefeito e vereadores não foi diferente. Pela primeira vez acompanhei as coisas mais de perto (coisa de louco!), vi tanta gente empolgada, trabalhando de 'graça', gritando, pulando, brigando... Gente que era amiga virava inimiga e vice-versa! A questão que me faz parar e pensar é o que está por trás disso tudo, se é realmente um patriotismo instantâneo, porém verdadeiro; se depois das eleições a chama (ou um pouquinho dela) continua acesa, se as idéias revolucionárias ainda são revolucionárias... Vocês entendem, né?! Aquela vontade de mudar o mudo, a vida, as situações, enfim, a vontade de agir e ser ouvido parece que se dissipa rápido demais, aí, lá no fundinho vem aquele gostinho amargo e aquele pensamento de que "será que somos sempre massa de manobra para os que querem chegar ao poder?"
A verdade, mesmo que doída, é que somos acomodados e movidos a empolgações nessas horas. Mas depois... O problema é o depois, o morno depois...
"Até bem pouco tempo atrás poderíamos mudar o mundo, quem roubou nossa coragem?!"
Acho que nossa coragem foi sendo deteriorada pela bagunça lá de Brasília, da nossa cidade, no nosso quintal. Essa bagunça poderia ser útil pra acender os ânimos e não pra esperar, reclamar e ficar só aí nessa inércia!

segunda-feira, 28 de julho de 2008

?

Hoje eu simplesmente não sei o que falar, nem o que escrever. Talvez o peso dos ombros estão comprometendo meus neurônios. O mundo é grande, a gente tem duas mãos e uma alma muito maior! É isso, não posso esquecer da frase que li em 'Quando Nietzsche Chorou': "É preciso ter o caos e o frenesi dentro de si para dar à luz uma estrela dançante", ou quem sabe aquela frase que li na minha cerimônia de colação de grau: "Agir, eis a inteligência verdadeira", sabiamente dita por Fernando Pessoa.
Eu não vou deixar que esse mundo louco, desumano, desigual, cheio de corrupção destrua meus sonhos. Eu não vou deixar...
When the change came,
And you had the chance to see through me
Though the other side is just the same
You can tell my dream is real
... because you know me...

Geógrafos


Olha só a galera do VIII semestre de Geografia da Uneb VI! Eu tô aí em evidência na foto (rs!).
Da esquerda pra direita:
1ª fileira - Audi, Rose, eu e Nilda;
2ª fileira - Cris, Géo, Rê e jane;
3ª fileira - Cris 2, Nanda, Ana;
4ª fileira - Lindi, Márcia, Jaque, Rô, Quinca, Eliane e Lú.

sábado, 14 de junho de 2008

Defesa da monografia

'Tava' lendo um post que fala do dia 13 de junho. A importância desse dia é que é o último dia do último semestre letivo da minha turma de Geografia na Universidade do Estado da Bahia - Campus VI. E eis que chegou o bendito dia, passou o bendito dia! Mas o melhor da festa foi dia 12 de junho, quinta-feira, a defesa da minha pesquisa monográfica!
A quinta-feira começou pra mim com a velha pergunta: Com que roupa eu vou? Vestido? Mas o palco do auditório é alto! Vestido não! Calça e uma camiseta simples! Perfeito!
Às 14:30 (aproximadamente) do dia 12 de junho de 2008 defendi minha monografia sobre Produção do Espaço e Gestão dos Recursos Hídricos! Fiquei nervosa, é natural, mas foi muito bom! Muito bom! A banca examinadora foi a professora Maria Eliane, Maria Goreth e o meu orientador, Altemar, vulgo, Temas!
Foi um ano de trabalho entre projeto de pesquisa, pesquisa de campo, podução da monografia e defesa! Um ano de trabalho! Tudo saiu exatamente do jeito que eu calculei!
E para o mestrado só falta um passo!
Eu volto aqui pra contar o restante disso!