domingo, 20 de junho de 2010

Mais uma etapa!

Sexta-feira (18/06) foi mais um dia marcante positivamente. Lá no Auditório II do Módulo Luizão na UESB, eu e a banca examinadora (Jana, Altemar e Marcello). Enfim, deu tudo certo nos exatos 20 minutos de apresentação (Exceto o laser do Paraguai que não funcionou! rs!).
Enquanto esperava por Jana fiquei próximo ao Luizão, sentada no banquinho, tomando uma chuva das folhinhas douradas daquela árvore que só um biólogo poderia esclarecer. Estudei as 3 páginas de resumo... Estudava calmamente, parece que já sentia que ia dar certo, que eu não ia embaraçar as palavras...
Dormi bem na noite anterior, um sonho tão lindo e tão real: - Mainha, ele não morreu? Não, tomou os remédios e ficou bem... Veio pra me levar pra Conquista. De onde vem a calma? Agora eu entendo!
Durante o caminho pra Conquista, dentro do ônibus tinha um menininho que conversou a viagem inteira... Da "copa do Brasil" aos fogos de São João. Antes de descer, olhou pra mim e riu um riso que só criança consegue mostrar... Na volta, uma menininha que sentou do meu lado. Disse que tinha feito "um negócio" (cauterização de vasos) no esôfago porque descobriu que tinha trombose na veia porta. Falava nisso com a calma e a fé que só criança consegue ter...
No caminho percorrido foram tantos causos. Creio que o meu e o do menininho dos fogos de São João foram os mais fáceis. Ele ia passar as férias em Conquista e eu ia, talvez, fechar um ciclo em Conquista começado no dia 19/03/09...

Obrigada a Deus e à vida. Obrigada à UESB! Que eu tenha força, coragem e boas idéias pra continuar a lida de pesquisadora. E, principalmente, que tais pesquisas tragam algo além de títulos, publicações! E que seja rentável financeiramente também, ora! Afinal, aprendi que apesar do sistema, não sou massa de manobra ou mão-de-obra barata! rsr!

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

S2

E as coisas lindas são mais lindas quando vc está!

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010


Meus sonhos sempre foram minha fuga... Lembranças perdidas sem sentido, mas juntas pra mim parecem música...
[Meu reino - Biquini Cavadão]

quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

2010




Eu te desejo não parar tão cedo, pois toda idade tem prazer e medo...

E com os que erram feio e bastante, que você consiga ser tolerante...

Quando você ficar triste que seja por um dia, e não o ano inteiro e que você descubra que rir é bom, mas que rir de tudo é desespero!


Desejo que você tenha a quem amar

e quando estiver bem cansado ainda exista amor pra recomeçar!


Eu te desejo muitos amigos, mas que em um você possa confiar e que tenha até inimigos pra você não deixar de duvidar...

Quando você ficar triste que seja por um dia e não o ano inteiro, e que você descubra que rir é bom, mas que rir de tudo é desespero!

Eu desejo que você ganhe dinheiro pois é preciso viver também e que você diga a ele pelo menos uma vez quem é mesmo o dono de quem...


Desejo que vvocê tenha a quem amar

e quando estiver bem cansado ainda exista amor pra recomeçar!

[Amor pra recomeçar - Frejat]

sábado, 5 de setembro de 2009

Planos

23:00

O relógio sempre nos controlando...
Cá estou novamente, nem sempre inteira, mas quase a mesma de antes... quase...
Tantos planos na cabeça, no papel (quer dizer, no pc). Eu quero fazer tudo de uma vez só, não sei o quanto isso é ruim, mas de alguma maneira me prejudica. A viagem que vou fazer, o projeto pra entregar, o tcc da especialização pra começar, os livros da seleção pra ler, os módulos da astrofísica (muito interessantes!). Uma cabeça e tantas sentenças!
Mas, qual a probabilidade dos planos darem certo? 50%? Os meios, os caminhos e tantas outras interferências reduzem ou ampliam essa percentagem. A frieza da exatidão matemática não ajuda muito nesse caso... Os planos, às vezes, parecem areia entre nossos dedos. Você sabia as respostas e de repente vem a vida e muda as perguntas (parafraseando alguém que não lembro!)... Planejar é bom, é ruim, é correto, sei lá... Planejar lembra planilhas (aquelas do Excel), aquela coisinha correta, linear... E quem disse que a vida é linear?

23:09
Tô cansada, mas sem sono... O Brasil tá ganhando da Argentina... As notícias que eu queria ler já foram lidas...
I must be strong, i must be better... I'll be... Someday!

sexta-feira, 15 de maio de 2009

Um mês... 30 dias.... 720 horas...



O tempo é relativo [é preciso que um dia se vá pra que o outro amanheça]. O tempo desloca a atenção, não cura nada, só desloca.

Não há muito o que dizer. E nem precisa...

A saudade vai ficar pra sempre... [todo o meu sempre]



O desafio de viver com a diferença

O Hino Nacional afirma em seus versos: “Gigante pela própria natureza”. Nesse país gigante em sua extensão é que se pode reconhecer um “caldeirão” de culturas e povos. A beleza desse gigantismo de raças, cores, viveres em cada canto do território torna o povo brasileiro ímpar em se tratando de diversidade étnica e, destarte, cultural. Motivo de orgulho para uns que encaram tal pluralidade como uma expressão natural da humanidade, contudo, há os que, ainda limitados em sua visão, definem as diferenças como pontes quebradas, o que em seu real e simples sentido, são elos.
O poeta mineiro Carlos Drummond de Andrade recitou em certa época, “todo ser humano é um estranho ímpar”. Belo e estranho em suas várias faces. Pensar até na própria variabilidade genética que reconhece a pluralidade, as diferenças que se unem, se refazem, novas agora. Conviver com o que é intrínseco a cada ser requer, além de noções básicas de respeito, um “abrir de olhos” ou talvez uma não alienação quanto a tudo que envolve o ser humano.
A convivência com a diversidade poderia não implicar tantas questões problemáticas quanto recorrentemente implica. Conviver com as diferenças, o que pode ser encarado como uma troca de saberes, de experiências, de riquezas, é dado como um desafio, este último envolve questões de ética e cidadania. A sociedade acaba tornando menos prazeroso o convívio com as diferenças, negligenciando as próprias diferenças entre eles mesmos.
Fernando Pessoa, poeta português, tão paradoxo quanto à própria humanidade, deixou em seu legado os dizeres: “Só nós somos mesmos somos iguais a nós próprios”. Reconheça cada ser humano que o respeito às diferenças, passa, inevitavelmente, pela consciência das diferenças dos outros. O entendimento desta questão não necessita de estudos grandiosos, mas primeiramente, do respeito a cada um.